Novo lead Brasil oficializando o segundo MVP Community Connection de 2017

Este foi o segundo encontro do ano e o primeiro do nosso novo Lead, Glauter Jannuzzi.
Este é um evento interno, um pouco restrito, mas caso você queira saber um pouco mais do MVP Community Connection eu também falei no post do primeiro encontro de 2017.

Na foto o time brasileiro de MVPs.
Neste evento especificamente, surgiu o evento MVP National Conference que vai ocorrer em Abril de 2018;

MVP Community Connection 2017 – Encontro Nacional

A Microsoft possui MVPs espalhado por todo o mundo. Você pode saber mais sobre isto no site central https://mvp.microsoft.com, o que talvez você não saiba é que cada região promove o seu encontro de MVPs local. O evento que temos aqui no Brasil é voltado para as atividades dos MVPs aqui, mas também sempre conta tom interações de alguém direto da Corp.

Nos dias 23, 24 e 25 de Março aconteceu o MVP Community Connection. O evento que antes era chamado de MVP Open Day.

Boa parte do que ocorre no evento é parte do programa e parte está sobre NDA.
Mas vale o post para ressaltar este super apoio que a Microsoft faz para a comunidade técnica e também por participar de um momento com pessoas tão brilhantes no cenário da tecnologia nacional. Não posso deixar de ressaltar a interação com Evangelistas Técnicos (TE) da Microsoft, pessoas do programa MVP, até mesmo de outro país, palestras para se pensar fora da caixa, etc.

 

 

 

 

 

 

E claro, o bom momento de tudo é o tradicional happy hour, onde neste, também foram convidados MVP’s Reconnect, que participaram do último dia que foi aberto para a comunidade em geral.

MVP Open Days 2016

Nos dias 18 e 19 de março de 2016, aconteceu na sede da Microsoft em São Paulo o MVP Open Day. É uma conferência anual que reúne todos os MVPs do Brasil na sede da Microsoft para uma série de informações que são repassadas e alinhadas. E já pela segunda vez, contamos com a presença da Americas Regional Manager do programa MVP, Rowena Branch que dá uma força maior ao evento junto com a nossa Lead Fernanda Saraiva.

É como se fosse um mini Summit. Cada país, mundo a fora, realiza o seu MVP Open Day dentro dos seus interesses e objetivos internos. Depois no final do ano todos se encontram no Global Summit nos USA. Inclusive, para este ano já temos camisa para a foto oficial. Já temos até uma prévia. Veja só!

MVP Open Days

No evento ainda gravamos um video especial para o aspnet{cast} no Channel9 (faltou somente o Yan, mas ele estava em forma de desenho.. Hehe)

MVP Open DaysMVP Open DaysMVP Open Days MVP Open Days

 

 

Vale o registro!

É isso ae..

Conhecimento e boas experiências no MVP Summit 2014

No início deste mês eu estive mais uma vez em Redmond, nos Estados Unidos, participando do Microsoft MVP Global Summit (especificamente em Redmond, Bellevue e Seattle). Este é um evento apenas para convidados, onde se reúnem MVPs de toda parte do mundo (80 países) no Campus da Microsoft para encontrar com os times de produto afim de discutir o estado atual e o futuro da tecnologia de sua expertise.

Microsoft Campus

Microsoft Campus Café na Microsoft Redmond, Microsoft CampusRedmond, Microsoft Campus
Microsoft Campus

Também existem várias sessões técnicas bem específicas, apresentadas geralmente pelo Program Manager daquele produto ou tecnologia. Uma das melhores partes do MVP Summit é estar próximo do time de produto, ver a visão futura, os questionamentos lançados, os desafios atuais e também fornecer pessoalmente o feedback ao pessoal que cria o produto.

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Technical Sessions

Outra parte muito legal do MVP Summit está no network que o evento proporciona, onde em uma mesma sessão você pode trocar experiências com um indiano, um coreano, japonês, alemão, americano etc sobre a tecnologia que você trabalha diariamente e ainda na mesma roda estar com o Program Manager desta tecnologia, que fala do futuro da mesma. Isto é extremamente motivante.

Neste evento, como em outros que fui em 2012 e 2013 gastei um pouco do tempo neste relacionamento com MVPs de fora do Brasil. É muito bacana para tomar café da manhã com novas pessoas e conversar com pessoas de outros países. Isto abre a nossa visão e quebra algumas fronteiras (dou muito valor nisto).

Yasser do Egito no bus a caminho do campus Com Tadit da India em uma das sessões técnicas com Niño Crudele e o pessoal da Itália no Welcome Party
1.Yasser do Egito no bus a caminho do campus; 2. Com Tadit da India em uma das sessões técnicas, 3.com Niño Crudele e o pessoal da Itália no Welcome Party.

Com a super Sara Silva de Portugal #boxgirl Com o time do Japão na Welcome Party Com o time da India no Welcome Party
1. Com a super Sara Silva de Portugal #boxgirl, 2. Com o time do Japão na Welcome Party, 3. Com o time da India no Welcome Party.

Com o time da Coréia Com o time do Japão #crazyguys Com outra parte dos japoneses
1. Com o time da Coréia, 2. Com o time do Japão #crazyguys, 3.Com outra parte dos japoneses

Resenha com Caio Proite e Bruno Lopes de Portugal . Com os brothers brasileiros Evilázaro, JP e Fabrício Sanchez Com o Gilbok Lee da Coréia do Sul na festa de encerramento
1. Resenha com Caio Proite e Bruno Lopes de Portugal, 2. Com os brothers brasileiros Evilázaro, JP e Fabrício Sanchez, 3. Com o Gilbok Lee da Coréia do Sul na festa de encerramento.

Além disso, a comunidade de MVP é como uma família. Conheci algumas pessoas nestes últimos anos de vários lugares deste planeta e quando nos reencontramos conversamos como se fôssemos velhos amigos. Neste ano também conheci um monte de gente nova, tanto do Brasil quanto do exterior.

Em todo o Summit, temos a festa de abertura e neste ano tivemos na abertura um top keynote do Satya Nadella (CEO da Microsoft) e ainda no final consegui fazer um “give me five” com ele na saída (vai me dar sorte…) Hehe.  Temos também um jantar com o time de produto em uma das noites e uma festa de encerramento que todo ano é uma mega produção de festa no melhor estilo americano de ser.

Com o time brasileiro no PG Dinner Com o time brasileiro no PG Dinner Com o time brasileiro na festa final.
Com o time brasileiro no PG Dinner e na festa final.

Com Suzuki san do Japão eu voando em uma das montagens do Freemont Studios
Com Suzuki san do Japão e eu voando em uma das montagens do Freemont Studios.

Bom, eu estou sob NDA não posso revelar nada do conteúdo apresentado e discutido, mas posso dizer que o desenvolvimento .NET e o desenvolvimento ASP.NET tem um futuro incrível pela frente!  De fato, assim que tivermos liberação irei compartilhar por aqui assim como os outros MVPs de certa forma farão.

So, I have left to say: thank you Microsoft for this opportunity!
I hope to attend next year.

Go ahead!

MVP ShowCast 2013–Arquitetura web moderna

mvp-showcast-logo-160x160No dia 30 de novembro participei do MVP ShowCast, evento que traz uma sequência de palestras online relacionadas a desenvolvimento de software e infraestrutura. Apresentei na trilha de arquitetura e falei um pouco de componentes e elementos de uma app moderna (ainda caberia NodeJs e AngularJs, claro).

E antes que digam sobre o slide 28/29, eu amo o MVC. Meus pontos a respeito foi para a observação do desenvolvimento MVP quanto a distribuição das responsabilidades (SoC), desenvolvimento colaborativo (UI Developer/Manage Code Developer) e testabilidade.

Não.. Não disse que o MVP é melhor que MVC ou vice e versa, ou um é substituível por outro (não entrei neste mérito). Padrões foram feitos para te ajudar, principalmente para deixar o código mais legível e compreensível (mesmo que seja somente você que leia o código). E nisto, ambos cumprem o papel, pois são padrões reconhecídos.

Para deixar claro:

Padrão MVP

  • A view é mais flexível ao modelo. O presenter é responsável pelo binding do model com a view.
  • É mais fácil de teste de unidade, porque a interação com a view é através de uma interface.(mais um ponto interessante para deixar a  view bem desacoplada para os testes de JS também).
  • Normalmente uma view tem um presenter. No MVP, uma view complexa pode ter vários presenters.

Padrão MVC

Resumindo, a idéia básica por trás do padrão MVP (que por sinal é baseado no MVC) é a separação de preocupações. Isso melhora sim a capacidade de teste e os mocks podem ser usados para testar parte do domínio. Além disso, nós podemos mudar as views para representar os dados do modelo de forma diferente. Mas isto depende do cenário, do ambiente em que está trabalhando, do projeto e a equipe que está. De toda forma, compensa estudar com carinho cada parte.

Existe um gargalo muito grande na interface quando se desenvolve aplicações web. Sendo assim, todo o cuidado com a view é pouco.

E você? O que acrescentaria a mais?